quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Escritura notarial da FRENTE CÍVICA, Associação
Escritura notarial da FRENTE CÍVICA, Associação, dia 27 de Dezembro de 2016, Cartório Notarial Teresa Sampaio nas Caldas da Rainha.
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
Mensagem de Paulo de Morais aos Sócios Fundadores da FRENTE CÍVICA
Esta foi a mensagem que enviámos hoje aos 515 Sócios Fundadores da FRENTE CÍVICA:
Caro (a)
Nasceu a FRENTE CÍVICA, a
NOSSA Frente Cívica! A escritura pública de constituição teve lugar hoje, às 15
horas. É consigo, sócio fundador da Frente Cívica, que em primeiro lugar quero
partilhar a satisfação pela concretização deste feito.
Com este acto de
formalização, a Frente está agora em condições de cumprir a sua missão na vida
pública portuguesa: identificar os problemas crónicos da sociedade, denunciar os seus responsáveis e lutar empenhadamente na sua
resolução. Iremos, a partir de hoje, trabalhar para que a Frente cumpra
o seu papel na vida pública nacional.
A gestação da Frente foi,
como sabe, um processo participado que decorreu ao longo de meses pelo país,
com auscultação permanente da opinião de todos quantos partilham os nossos
princípios e preocupações. Ouvimos centenas de pessoas, recolhemos valiosos
contributos. Realizámos quatro Encontros Nacionais (em Coimbra, Porto, Lisboa e
Faro). Constituímos o núcleo de SÓCIOS FUNDADORES (quinhentos e quinze), que
integra. Serão sempre estes os fiéis depositários dos princípios e dos valores
constitutivos da Frente Cívica.
Agradeço-lhe pois, hoje
com especial alegria, a sua adesão à Frente. E renovo o pedido de participação
nas importantes tarefas que se nos apresentam pela Frente, já neste futuro
próximo.
A organização interna da
Frente fica agora nas mãos da sua Comissão Instaladora constituída por mim
próprio, Maria Teresa Serrenho, António Manuel Ribeiro, Mário Frota, Henrique
Cunha e Luís Serrenho. Dar-lhe-emos conta dos passos que formos dando.
Com a Frente formalmente
constituída, a partir do Núcleo de Fundadores a que ambos pertencemos, com
organização e vontade, seguramente que em poucos meses a Frente Cívica
contribuirá para o aumento de participação e para a melhoria da vida pública em
Portugal.
Contamos consigo, conte
connosco. Vamos!
Paulo de Morais
Escritura Notarial da FRENTE CÍVICA
Hoje dia 27 de Dezembro de 2016, realizou-se a escritura Notarial da FRENTE CÍVICA, Associação, este acto realizou-se no Cartório Notarial em Caldas da Rainha, na presença da Notária Teresa Sampaio.
domingo, 25 de dezembro de 2016
Janela da Frente - UM DESAFIO ESPECIAL - Maria Teresa Serrenho

UM DESAFIO ESPECIAL
Hoje foi Dia de Natal!
Mais do que toda a simbologia ligada a este dia, para mim foi, sobretudo, mais um dia de reunião de família.
Algumas famílias só se podem reunir nesta época. Não é felizmente o nosso caso e é sempre muito gratificante ter a casa cheia e comemorarmos o estarmos juntos e o querermo-nos bem. Este ano faltou o meu filho. Ficou longe, consequência do tempo que vivemos. Mas em breve o teremos de novo connosco e vai ser outra vez Natal, com toda a família reunida.Mas nesta época de família e de união, não posso esquecer as muitas famílias cuja mesa não teve a fartura das nossas mesas. Não teve o calor e o conforto de uma casa aconchegada e isso dói.
Fico sempre desagradada com os excessos de falsos esplendores, de luzes exuberantes nas ruas das cidades, com festejos mais ou menos folclóricos e exagerados, onde, em simultâneo, surge a contradição de uma verdadeira explosão de jantares de beneficência ou almoços solidários, de “campanhas” e “donativos”.
Hoje também foi o dia dos que tudo perderam e que se viram obrigados a recorrer a uma qualquer organização para os sem abrigo, onde gente bem intencionada lava a alma, num altruísmo que acaba por pactuar com o egoísmo de outros que empurraram, com a sua ganância, com a vil corrupção e a sede de poderes, uma parte destas pessoas, que tiveram as suas vidas organizadas e que agora se vêem empurradas para esta triste humilhação.
Mas hoje foi também um dia da Mulher.
Da Mulher mãe, avó, filha… Da Mulher que tudo achou pouco para colocar na mesa para a família. Da mulher que contou os míseros tostões, fazendo contas e mais contas para que “chegue para tudo”. Da mulher que decorou a sua casa, a sua mesa, que mimou, conforme pôde, a sua prole.Da mulher que tudo faz pelos seus, mas que se limita ao conformismo das contingências da vida, trabalhando em casa e fora dela, mas abstendo-se muitas vezes de participar na vida politica e social, de forma interventiva.
Quando, em eventos públicos, vejo plateias cinzentas (dos fatos dos homens), em que apenas se reconhecem cinco ou seis pinceladas de cor, das vestimentas femininas, geralmente mais coloridas e menos uniformizantes, não posso deixar de me questionar:
- Onde estão as Mulheres?
Estamos numa sociedade pouco participativa, é certo, mas a participação feminina é significativamente, ainda, mais reduzida. Porque será?
Será porque consideram que não vale a pena? (porque afinal fica sempre tudo na mesma!...)
Será que é por não terem tempo?
Porque têm medo de se expor?
Será porque não têm a consciência de que o bem estar dos seus, também se constrói se tivermos uma sociedade melhor?
Porquê?
Quando, em Portugal, uma grande maioria de mulheres tem mais formação académica que os homens, onde estão elas? Porque não as vemos nos debates, nos comentadores das televisões, nas autarquias, na Assembleia, no Governo?
Permitam-me que neste dia de Natal deixe uma mensagem e um desafio especial para as Mulheres:
Ser Mulher tem que ser muito mais do que ser esposa e mãe (por mais que esses papeis nos dignifiquem e realizem).Somos muito fortes e determinadas, como aliás provamos todos os dias. É preciso que assumamos o nosso verdadeiro papel na sociedade e na política. Que assumamos com responsabilidade, que podemos fazer a diferença, tão necessária para que a nossa sociedade seja mais justa, mais honesta e equilibrada. Para que deixemos aos nossos filhos e netos um Portugal melhor!
Coloque, pois, na sua lista de desejos para 2017 um novo compromisso de participação cívica activa. Um Novo Ano vai chegar em breve, que seja um BOM ANO para TODOS.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Janela da Frente - IRMANDADES. SECRETAS E PERVERSAS - Paulo de Morais
Irmandades. Secretas e
Perversas.
Uma das mais poderosas
sociedades de advogados nacional, a PLMJ, foi recentemente investigada no caso
da “Máfia do Sangue”. Um dos seus sócios foi mesmo constituído arguido. Dois
dos seus mais proeminentes representantes são José Miguel Júdice e Nuno Morais
Sarmento, ambos advogados, políticos e comentadores televisivos, na RTP e na
TVI. Nos seus programas semanais, ambos fugiram ao tema escaldante da corrupção
nos negócios do sangue, com a cumplicidade dos jornalistas que, embevecidos, os
entrevistavam.
Este é um modelo que representa
o “modus faciendi” das sociedades de advogados. Usam a sua posição de
comentadores nas televisões a seu bel-prazer para defender os interesses dos
seus clientes e camuflar a informação negativa. Exemplos de personalidades de
tripla face (políticos, comentadores e advogados) são muitos. Temos, assim, António
Vitorino, sócio da firma “Cuatrecasas” ou Marques Mendes, da todo poderosa
“Abreu Advogados”.
Sociedade igualmente relevante
no panorama português é a “Morais Leitão, Galvão Teles Soares da Silva e
Associados”. Lança jovens na política e no Direito como os ex-governantes
Assunção Cristas, Adolfo Mesquita Nunes ou Paulo Núncio. Ou o actual
advogado/deputado do CDS Francisco Mendes da Silva. Os interesses dos seus
clientes são defendidos no comentário político televisivo na SIC por Lobo
Xavier que comenta toda a actividade política e económica sem que os
telespectadores se apercebam das suas ligações ao Grupo Mota-Engil, ao BPI e a
outros tantos interesses.
É também destas
sociedades de causídicos que sai a legislação que mais prejudica os
portugueses, como a das ruinosas parcerias público-privadas, elaborada na
“Jardim, Sampaio, Magalhães e Silva”, a que dão corpo e nome os socialistas
Vera Jardim e Jorge Sampaio. Vera Jardim, que debate na rádio com Morais
Sarmento, da já citada PLMJ. E até os interesses estrangeiros mais obscuros são
representados por estas sociedades. A “Uria Menendez” vem defendendo, através
do todo-poderoso Daniel Proença de Carvalho os interesses de Eduardo dos Santos,
Ricardo Salgado e Sócrates. Proença faz comentário político na rádio sem
revelar quem serve. Preside à Administração do “Jornal de Notícias” e pode
assim censurar as vozes incómodas aos negócios dos seus clientes.
As sociedades de
advogados são, em Portugal, as irmandades perversas do regime, as verdadeiras
sociedades secretas. Fazem Leis, dominam a política, condicionam a comunicação
social. E os seus membros atuam disfarçados.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
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