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quinta-feira, 21 de novembro de 2024

Procurador-Geral da República é orador principal do Dia Internacional Contra a Corrupção

 

Comemorações decorrem a 9 de Dezembro na Marinha Grande

O Procurador-Geral da República, Amadeu Guerra, será o orador principal das Comemorações do Dia Internacional Contra a Corrupção, que decorrerá este ano na Marinha Grande, a 9 de Dezembro. A data é celebrada em Portugal com uma conferência dinamizada pela sociedade civil, este ano com o apoio do Município da Marinha Grande.

Amadeu Guerra, que assumiu o cargo de Procurador-Geral da República a 12 de Outubro passado, será o orador principal do evento, que contará ainda com intervenções dos presidentes da associação Frente Cívica, Paulo de Morais; da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, Nuno Matos; do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, Paulo Lona; e da Associação Sindical dos Profissionais da Inspeção Tributária e Aduaneira, Nuno Barroso. O presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Aurélio Ferreira, fará a intervenção de abertura.

“É para nós um prazer e um privilégio que o Procurador-Geral da República se junte às comemorações da sociedade civil e exponha a sua visão sobre o problema da corrupção e a urgência do seu combate. As comemorações nacionais desta data vão reunir representantes de topo do mundo da justiça, mas não deixaremos de lembrar que o combate à corrupção é uma exigência política que tem sido descurada por sucessivos Governos e Parlamentos, apesar da sucessão de agendas, comissões parlamentares e estratégias de papel”, aponta o presidente da Frente Cívica, Paulo de Morais.

O Dia Internacional Contra a Corrupção celebra a aprovação, em 2003, da Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção. As comemorações portuguesas decorrem das 9h00 às 13h00 na Marinha Grande. A entrada é livre.

  


segunda-feira, 9 de outubro de 2023

Frente Cívica pede explicações a Carlos Moedas por excluir populares do 5 de Outubro

 

CC Agência Lusa

A Frente Cívica escreveu esta segunda-feira ao presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, pedindo explicações para o facto de os cidadãos terem sido excluídos das comemorações da Implantação da República, a 5 de Outubro. As autoridades fecharam o acesso à Praça do Município, impedindo os populares de participarem na celebração.

"Para a Frente Cívica, a comemoração da República só tem razão de ser se for o Povo o celebrante. Não pode esta festa popular ser destruída por complexos aristocráticos ofensivos ao espírito da ocasião", lê-se na carta enviada pela associação. "Em 2023, só uma casta que se julga dona da República teve acesso à cerimónia evocativa. O Povo foi erradicado de uma comemoração que a ele e a mais ninguém pertence".

Na missiva, a Frente Cívica expressa o seu desagrado pela exclusão dos populares da cerimónia de aniversário da revolução republicana e pede ao presidente da autarquia e anfitrião da cerimónia, Carlos Moedas, que dê "explicações públicas, a Lisboa e ao país, sobre as razões de tão infeliz e anti-democrática exclusão".

Abaixo, a carta enviada ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa:


Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,
Eng. Carlos Moedas
Paços do Concelho, Praça do Município,
1149-014 Lisboa 

 

Assunto: Comemorações da Implantação da República

Data: 9 de Outubro de 2023

Exmo. Sr. Presidente da Câmara,

As comemorações da Implantação da República ficaram este ano manchadas pela decisão de impedir o acesso dos populares à Praça do Município de Lisboa, impedindo-nos, portanto, de participar.

Para a Frente Cívica, a comemoração da República só tem razão de ser se for o Povo o celebrante. Não pode esta festa popular ser destruída por complexos aristocráticos ofensivos ao espírito da ocasião, e muito menos é aceitável a separação entre convidados VIP e a população em nome de quem se comemora a data. Mas aconteceu este ano bem pior do que isso: em 2023, só uma casta que se julga dona da República teve acesso à cerimónia evocativa. O Povo foi erradicado de uma comemoração que a ele e a mais ninguém pertence.

Vimos, pois, manifestar junto de V.ª Ex.ª o nosso mais vivo desagrado pela forma como decorreu a sessão; e a nossa profunda indignação pelo desprezo com que foram tratados os cidadãos, herdeiros do povo que tornou triunfal a revolução republicana. Exortamos por isso V. Ex.ª a dar explicações públicas, a Lisboa e ao país, sobre as razões de tão infeliz e anti-democrática exclusão.

Quem dá vivas pela República tem de respeitar a Ética Republicana e actuar servindo o Povo, respeitando o Povo. O que lamentavelmente, em 2023, na Câmara a que V.ª Ex.ª preside, não aconteceu.

Viva a República!

Pela Frente Cívica,

    

Paulo de Morais, Presidente


João Paulo Batalha, Vice-Presidente